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Pesquisadora do Piauí desenvolve protótipo que auxilia no diagnóstico da labirintite

Pesquisadora do Piauí desenvolve protótipo que auxilia no diagnóstico da labirintite

A doutora em biotecnologia Antônia Sousa Castro, da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar), vem desenvolvendo um protótipo que vai auxiliar no diagnóstico da labirintite, uma inflamação no labirinto que causar tontura e até perda auditiva.

O sistema de inteligência artificial criado pela piauiense tem como objetivo identificar a labirintite no paciente sem que haja necessidade de um profissional de saúde interpretar os exames para, assim, poder dar o diagnóstico.

“A inteligência artificial veio para trazer um diferencial, para otimizar o diagnóstico. Ou seja, ele [diagnóstico] não precisa mais de interpretação direta do profissional que o executa, que é o que acontece hoje em dia, que precisa de um profissional para fazer a interpretação dos achados da vectoeletronistagmografia (exame que detecta a labirintite no paciente). Com a inteligência artificial não há essa necessidade”, afirmou a pesquisadora.

Para o desenvolvimento da vectoeletronistagmografia são colocados eletrodos no rosto do paciente, conectados a um computador, para captar o movimento dos olhos. Essa tecnologia, que é antiga no mercado, ganhou um aprimoramento com a pesquisa desenvolvida no Litoral do Piauí.

“Primeiro, foram desenvolvidos os óculos, que é um sistema de captura, responsável por fazer um vídeo do movimento ocular e, depois, tem o sistema que é responsável por todo o armazenamento dos vídeos e dos dados dos pacientes, que faz a análise através da pupila. Tem colocado no sistema a inteligência artificial, mais precisamente um aprendizado profundo, que auxilia no diagnóstico classificando esse paciente como saudável ou não”, comentou Antônia Sousa.

Fonte: NESWLAB

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