Tecnologia em Saúde

sienews

Saúde e Direito

Saúde do Idoso

Saúde da Mulher

Saúde da Criança

Psicologia

Pesquisa Científica

Oncologia

Odontologia

Nutrição

Medicina

Fisioterapia

Farmácia

Enfermagem

Biomedicina

publicidade

Casos de demência devem quase triplicar até 2050, diz estudo

Casos de demência devem quase triplicar até 2050, diz estudo

O aumento previsto deve-se em grande parte ao envelhecimento e ao crescimento da população. Mas o estilo de vida pouco saudável também contribui para o problema, afirmam os especialistas.

Altas taxas de tabagismo, obesidade e diabetes estão entre os fatores de risco que precisam ser tratados com urgência e são responsáveis por parte do aumento da projeção feita pelo estudo.

A pesquisa, que analisa dados de 195 países, busca dar aos governos uma ideia de quais medidas podem ser necessárias.

A demência já é a sétima causa de morte em todo o mundo e uma das principais causas de incapacidade e dependência entre os idosos. Mas a doença nem sempre é inevitável.

Os pesquisadores dizem que houve melhoras no mundo, como no acesso à educação, que fizeram com que sua projeção de número de casos de demência para 2050 fosse reduzida em 6,2 milhões.

No entanto, outros fatores de risco levam a projeção no sentido oposto. Cientistas estão pouco otimistas sobre os efeitos da obesidade, alto nível de açúcar no sangue e tabagismo, que segundo eles devem aumentar em mais de 7 milhões de casos o número de doentes com demência até 2050.

“Precisamos nos concentrar mais na prevenção e no controle dos fatores de risco antes que eles resultem em demência”, disse a autora principal do estudo, Emma Nichols, do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington, nos EUA.

“Mesmo avanços modestos na prevenção da demência ou no retardamento de sua progressão trariam benefícios notáveis. Para a maioria, isso significa expandir programas locais apropriados e de baixo custo que apoiem dietas mais saudáveis, mais exercícios, parar de fumar e melhor acesso à educação.”

O estudo prevê que os casos aumentarão (de 2019 a 2050):

-No leste da África Subsaariana, de quase 660 mil para mais de 3 milhões, impulsionados principalmente pelo crescimento populacional

-No Norte da África e no Oriente Médio, de quase 3 milhões para quase 14 milhões

-Na região de alta renda da Ásia-Pacífico, de 4,8 milhões para 7,4 milhões

-Na Europa Ocidental, de quase 8 milhões para quase 14 milhões

-No Brasil, previsão é que passe de 1,8 milhão para 5,6 milhões

Fonte: BBC NEWS

Leia Mais:

Siga o Saúde In Evidência no Google News

Receba nosso conteúdo em primeira mão

publicidade

publicidade

Mais Bombadas

🧪 Pomada cicatrizante desenvolvida pelo Instituto Butantan

Terapia com Células-Tronco Mostra Potencial para Restaurar Superfície da Córnea Humana

Farmacêutica hospitalar lidera projeto de farmacoeconomia que gera economia de R$ 160 mil e fortalece a assistência à saúde

Queremos ouvir você!

Sua experiência nos ajuda a melhorar. Conte o que podemos fazer para tornar seu atendimento ainda mais acolhedor.